WUTHERING HEIGHTS

Wuthering Heights:

– O que seria um morro dos ventos uivantes?

Wuthering Heights é apenas uma música.

Mais uma música dentre tantas outras que em sua maioria podem não ter a menor importância na vida de outras pessoas quando se trata de expor os sentimentos mais íntimos e profundos ao refletir sobre sua própria condição:

– Pessoal;

– Social;

– Profissional;

– Sentimental;

– Intelectual…

Sentimento varia de pessoa para pessoa, já que a história de cada pessoa não é ciência exata! Já, a inteligência.

Não tem nada a ver com o que se quer,  mas sim com o que é possível. Por isso, procure entrar no clima – no clima da música.

Não me refiro especificamente ao clima do visual do vídeo, sob um ponto de vista estético. Se fosse levar isso em conta, principalmente nos dias de hoje, não estaria simplesmente desperdiçando seu tempo – estaria desperdiçando algo muito mais importante do que isso: meu tempo!

Considere apenas que essa música levou muitos jovens daqueles dias a refletir sobre como levavam suas vidas – muito antes de ter qualquer noção quanto à mensagem que ela trazia.

Provavelmente seduzidos pela interpretação da cantora que ao mesmo tempo em que sensibilizava quem a ouvisse, provocava uma angústia.

Afinal, o que ela queria transmitir? Qual seria seu real significado de sua mensagem:

– Um apelo mudo?

– Uma descrença sagrada?

– Uma crença mundana?

– Uma paixão eterna?

– Um amor descartável?

Afinal: o que significa Wuthering Heights?

Não me refiro à mera tradução das palavras de um idioma para outro, mas sim a “o que será que ela realmente queria dizer”?

Cá entre nós, sinceramente, a esta altura isso não tem a menor importância! Aliás, não tem nenhuma importância!

Wuthering Heights é uma das músicas que considero como sendo uma das mais importantes para a inspiração de um espírito autocrítico de qualquer profissional.

E penso que a personagem engoliu o intérprete pois, infelizmente, nunca mais fomos brindados com sua voz, com sua interpretação.

Kate Bush sumiu! Desapareceu! Aliás, como diria o poeta, escafedeu-se!

Azar dela!

Não há momento de relaxamento maior do que usufruir sua maior canção.

Relaxe!

Curta!

Compartilhe!

E, principalmente reflita:

– O que seria um morro dos ventos uivantes?

Um simples exercício de auto psicologia…

***