DEUS: ALGUM EM SUA VIDA?

Não se engane!

Sempre haverá algum DEUS em sua vida…

Nossos corpos estão onde estamos; nossos espíritos são o que somos.

Nunca haverá motivação maior na vida de uma pessoa do que procurar agir de forma a atender às expectativas de seu DEUS: seja com o cérebro, seja com os joelhos.

Os ateus que me perdoem mas DEUS é fundamental!

Tão fundamental que não importa qual seja a religião de uma pessoa, ou mesmo a falta dela – pois na prática do dia a dia da vida todos têm um e procuram recorrer a ele com assiduidade diária, de uma maneira ou de outra.

Aliás, não só o procuram como o cultuam incessantemente, com vigor – principalmente nos momentos de dificuldades extremas, onde as agruras da vida nos impõem situações de absoluta desconexão entre o problema que nos é apresentado e nossa capacidade de resolvê-lo.

E nessas horas não há ser humano sobre a face da Terra que não procure como sua fonte de inspiração seu DEUS:

– Uma entidade a quem ele recorrerá sempre que se sentir sem condições de controlar a maneira como segue sua existência…

E por isso, todas as pessoas, ao longo de sua vida, sempre elegerão um DEUS para cultuar, adorar e recorrer a ele naqueles momentos de dificuldades em que mais precisam de uma fonte de inspiração para que seus problemas possam ser resolvidos, quaisquer que seja a origem desses problemas:

– Saúde;

– Família;

– Amor;

– Estudo;

– Emprego;

– Trabalho;

– Negócios;

– Dinheiro;

– Solidão;

– Morte…

E em todos e quaisquer momentos da vida em que sua mente seja povoada pelas angústias inerentes e inevitáveis a qualquer pessoa que esteja viva.

Mas há também aqueles que recorram a DEUS simplesmente por não conseguirem enxergar como as coisas funcionam na vida.

De qualquer maneira, jamais acredite na hipótese de, eventualmente, algum ser humano sobre a face da Terra não possuir uma crença em DEUS.

Isso, definitivamente, não existe: o que existirá sempre é uma interpretação pessoal e subjetiva sobre a realidade que cerca as pessoas – e a própria existência humana.

Em outras palavras, a capacidade que as pessoas têm de estabelecer um DEUS considerando aquilo que mais lhe pareça importante ou premente dentro do contexto em que se desenvolve sua vida:

– Há quem considere seu emprego como o sustentáculo do mundo – seu emprego é seu DEUS.

– Há quem considere a empresa em que trabalha como o sustentáculo do mundo – a empresa em que ele trabalha é seu DEUS.

– Há quem considere sua religião como o sustentáculo do mundo – sua religião é seu DEUS.

– Há quem considere o dinheiro como sendo sustentáculo do mundo – o dinheiro para ele é seu DEUS.

– Há quem considere não existir DEUS – ele próprio é seu DEUS.

DEUS representa em síntese a fonte primária de toda a motivação necessária para que alguém se proponha a fazer alguma coisa na vida:

– Desde tomar a iniciativa de assumir para si a responsabilidade de revolucionar o mundo com suas idéias, até a de tomar a iniciativa de se levantar da cama pela manhã para levar o saco de lixo para a porta de casa antes da passagem do caminhão de lixo.

Portanto, muito cuidado ao lidar com aqueles que se autodenominam ateus!

Pois inclusive eles, mesmo dispostos a convencer as pessoas que a vida não tem sentido em si, em última análise…

Também têm seu DEUS…

***

“Se DEUS não existisse, a gente precisaria inventá-lo.” (Fiodor Dostoievski)

 

DESCUBRA COMO AUMENTAR O SEU FÊNIX

Fênix?

Na realidade, não há segredo algum, mas apenas uma constatação.

A de que é imprescindível ao ser humano procurar discernir o que realmente é importante na vida, e não se deixar levar por sugestões midiáticas que até podem parecer relevantes para o corpo num determinado momento, mas que não acrescentam absolutamente nada ao cérebro – que é quem efetivamente comanda tudo o que ocorre ao nosso redor.

E depois disso procurar manter seu espírito alerta!

O que significa fênix?

Segundo a mitologia grega, fênix significa uma ave fabulosa que seria a única da espécie e que após viver 300 anos se deixava levar para um braseiro para, após ser totalmente queimada pelo fogo, renascer das próprias cinzas.

Ou seja, fênix representa uma metáfora que procura definir algo raro, especial e, principalmente, superior aos outros, que é aquela de possuir a capacidade de abandonar:

– Preconceitos;

– Mágoas;

– Ressentimentos;

– Desilusões…

Renascer das cinzas significa ser capaz de manter o espírito incólume, independentemente de todas as dificuldades que a vida tenha lhe impingido:

– Pobreza;

– Doença;

– Solidão;

– Depressão…

A propósito, este texto teve como inspiração um spam largamente disseminado por e-mail e que como eu muitos devem tê-lo recebido, e cujo título não poderia ser mais vazio em termos de inspiração para o autoconhecimento:

– Descubra como aumentar o seu pênis…

Não há como justificar a racionalidade de todo aquele que dedique seu precioso tempo procurando por maneiras de aumentar o tamanho de seu pênis.

Afinal, nunca fará qualquer sentido fazer o que não faz nenhum sentido…

Quem assim o faz efetivamente ainda não entendeu o real sentido da vida – e terá muitas dificuldades para renascer a cada morte que inevitavelmente enfrentará na rotina de seu dia a dia.

A menos que descubra o real sentido do que significa fênix!

Pois quem ensina os homens a morrer, está ensinando-os a viver…

 

AMBIÇÃO

Ambição?

Um desejo desmedido pelo poder, dinheiro, bens materiais, glórias – e também uma obstinação intensa para conseguir determinado propósito.

Sem falar que ambição também costuma ser diretamente relacionada à cobiça.

De certa maneira, ambição não é nada disso – ou tudo isso, se preferir.

Pois o real sentido da palavra ambição não significa pensar que o que já existe não é bom, mas sim pensar que o que já é bom pode ficar melhor ainda…

No fundo, ambição nada mais significa do que…

Amor!

Dependendo de nossa capacidade de adaptação.

Por exemplo, reflita sobre a evolução histórica da comunicação no mundo:

– Já existia mensageiro… Por que pensar em criar algo como o correio?

– Já existia correio… Por que pensar em criar algo como o telégrafo?

– Já existia telégrafo… Por que pensar em criar algo como o teletipo?

– Já existia teletipo… Por que pensar em criar algo como o telex?

– Já existia telex… Por que pensar em criar algo como o telefone?

– Já existia telefone… Por que pensar em criar algo como o fax?

– Já existia fax… Por que pensar em criar algo como o e-mail?

– Já existia e-mail… Por que pensar em criar algo como o celular?

– Já existia celular… Por que pensar em criar algo como o smarthphone?

– Já existia smartphone… Por que pensar em criar algo como o whatsapp?

O fato é que nada do que existe na sociedade existiria sem a ambição de alguém procurando criar algo novo.

Ou pelos menos melhorar o que já existe.

Por exemplo, vinte anos atrás eu não teria a oportunidade de expressar esta constatação através deste post.

E você não teria a oportunidade de compartilhá-lo com quem quer que você quisesse.

Em resumo, ambição é a mola propulsora para o desenvolvimento, aprimoramento e evolução.

Das pessoas…

Da vida…

Da sociedade…

E não é boa nem ruim pois, tal qual uma corda, depende do que se faz com ela.

Afinal, ela pode ser usada tanto para:

– Alçar alguém pendurado na ladeira de um precipício;

– Enforcar alguém…

Jamais considere a ambição como um problema – pelo contrário, estimule-a!

Não fosse assim, a humanidade ainda estaria tratando o câncer com chá de erva cidreira…

Mas também sempre deveremos prestar muita atenção na real ambição de uma pessoa.

Pois será sempre isso que demonstrará tacitamente o real sentido da vida dela.

Afinal, de uma maneira ou de outra, sua ambição mais profunda será o principal indicador do verdadeiro amor de sua vida…

***

“Você não pode ter tudo: onde você colocaria?” (Steven Wright)

 

AMOR VERDADEIRO

Amor verdadeiro é fácil de encontrar!

É só saber onde procurar:

– Vai um par de meias aí?

E talvez justamente por isso foi acrescentado ao substantivo “amor” o adjetivo “verdadeiro”:

– Amor verdadeiro…

Amor verdadeiro?

Existe amor falso?

Afinal, de um jeito ou de outro, amor deveria ser simplesmente… Amor!

Não deveria ter nada a ver com um outdoor perfilado ao longo de uma estrada…

A idéia de que exista amor verdadeiro só tem sentido se consideramos a possibilidade de existir um amor que seja falso – só que se considerarmos a possibilidade de existir um amor falso, estaremos considerando a impossível hipótese de alguém subir para baixo… Ou descer para cima…

E todos sabemos que existe não nem uma coisa nem outra – mas simplesmente uma certa dificuldade das pessoas em usar seus sentidos básicos enquanto ser humano – os cinco sentidos:

– Visão, audição, fala, tato, olfato.

E procurar obter do uso de cada um deles as informações necessárias para poder avaliar o que ocorre ao seu redor, não só no que se refere em sua busca por um “amor verdadeiro”, que é o sonho de qualquer pessoa, mas efetivamente encontrar o sentido da vida – e não ter de limitar suas expectativas a obter um simples…

Par de meias…

Pois nada será mais inevitável em nossa vida do que escutarmos só o que quisermos ouvir.

Noite alta…

Silêncio absoluto…

Ela, pensativa…

Reflexiva…

Intimista…

Até que enfim (ENFIM!!!), ela se manifesta:

– Ai, querido… Você me acha… Bonita?

– Uhum…

– Você me acha… Meiga?

– Uhum…

– Você me acha… Sexy?

– Uhum…

– Ai, bem… Você me ama?

– Uhum…

– Do fundo de seu coração?

– Uhum…

– Você me considera… A pessoa mais importante de sua vida?

– Uhum…

– Você faria qualquer coisa para me ver feliz?

– Uhum…

– Você seria capaz de abrir mão de seus sonhos para realizar… Meus sonhos?

– Uhum…

– Ai, querido…

– …

– Meu amor…

– …

– Meu amor verdadeiro…

– …

– Você me diz coisas tão lindas…

– Uhum…

– …?

– Aham…

“O que você chama de amor foi inventado por caras como eu, para vender meias…”

Quem disse isso?

Um anti HERÓI

***

“Felicidade é alguém para amar, algo para fazer e algo para aspirar.” (Joseph Addison)

 

SENTIDO DA VIDA

Qual o sentido da vida?

Na estrada da vida não existem placas de indicação de direção.

E como então se encontra algum sentido para a vida?

Ninguém encontra um sentido para a vida!

Na realidade, o sentido da vida nunca foi encontrado por ninguém, em qualquer tempo.

Pois o real sentido da vida sempre foi o de criar para ela…

Algum sentido!

Na absoluta maioria das vezes, o sentido da vida sempre foi produzido de maneira artificial, antinatural e pouco ecológica.

A partir de uma visão pragmática sobre como a vida funciona.

Tendo-se sempre em mente que:

– A vida é uma viagem, não um destino.

– A vida é a mais pura essência da encenação de uma peça de teatro que, diferentemente do cinema, não dá a oportunidade de regravação das cenas que não aconteceram como gostaríamos…

Portanto, prepare-se tanto o quanto possível para o que quer que seja.

– Lembrar-se permanentemente que quanto mais vazia for a vida de uma pessoa, mais esta lhe pesará.

– Ter um sentido na vida é ir dormir como se fosse eterno; e acordar como se fosse morrer nesse dia.

– Surpreendentemente, quando se determina um sentido para a vida, pouco tempo sobra para se fazer algo mais.

– Ter um sentido na vida resulta em saber como conviver com bizarrices: de seus parentes, de seus amigos, de seus vizinhos, de seus colegas de trabalho – e principalmente com suas próprias bizarrices.

– Antes de se aventurar pelo mundo em busca de novas experiências, deitar-se e procurar extrair mentalmente tudo o que sua própria experiência de vida já lhe forneceu.

– Procurar pelo real sentido da vida nada mais é do que uma piada que a maioria dos seres humanos não entendeu, e por isso vive sob pressão – em compensação, quem entendeu, está se divertindo pra caramba.

– Não ficar esperando que alguém apresente o real significado do sentido da vida – pois ninguém nunca saberá o que se passa em seu coração.

Em resumo, determinar:

– O sentido de minha vida é…

E pronto!

Ele já estará definido!

Esse será o sentido de sua vida.

Mas desde que essa pessoa tenha plena consciência para aceitar que a vida de qualquer ser, desde seu nascimento, sempre o estará levando em direção à morte.

Mas simplesmente algo como só isso nunca será necessariamente o fim do mundo.

O fim do mundo para qualquer pessoa só ocorrerá quando o sentido de sua vida for viver sem ter pelo que morrer…

***

“Você não pode escolher como ou quando vai morrer, você só pode decidir como vai viver.” (Joan Baez)

 

SENTIDO?

***

Não sabia o que falar

Quando não sabia o que queria dizer

Não sabia o que olhar

Quando não sabia o que queria ver

 

Não sabia o que ouvir

Quando não sabia o que queria escutar

Não sabia o que comer

Quando não sabia o que queria degustar

 

Não sabia o que cheirar

Quando não sabia o que queria farejar

Não sabia o que procurar

Quando não sabia o que queria encontrar

 

Ainda não sabe o que deseja

Nem tampouco o que almeja

Mas sabe que qualquer sentido

Só faz sentido se for vivido

***

“O único sentido oculto das coisas é que elas não têm nenhum sentido oculto.” (Fernando Pessoa)

 

FUTURO

Futuro:

– Onde é que entra o passado nisso?

Entra com a seguinte constatação:

– O futuro nunca mais vai ser como já foi no passado…

Não há nada mais inevitável na vida de qualquer pessoa do que um dia ter de se defrontar com seu futuro; e mais inevitável ainda parece ser a maioria das pessoas procurarem se orientar em seu futuro se baseando em suas experiências do passado.

Os chamados bons e velhos tempos.

Algo parecido com cultuar o saudosismo.

Que é aquele sentimento que nos leva a tentar recriar os bons momentos que vivemos – e que gostaríamos de reviver:

– Uma festa de fim de ano com a família… 

– Um happy-hour com os amigos… 

– Um encontro com uma nova namorada… 

– Um ambiente de amizade na empresa… 

– Um chefe complacente…

E não há nada mais frustrante do que se deparar com a realidade: 

– Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia… Tudo passa tudo sempre… Passará… 

Muitas pessoas cultuam o saudosismo por uma questão absolutamente prática: 

– Deixaram de fazer o que faziam!

E o que faziam? Buscavam, de maneira natural, a realização plena de seus sonhos. 

Sem se preocupar com as consequências…

Afinal, eram tão jovens… 

O que lhes propiciava a possibilidade de, em caindo… Se levantar adiante. Só que o tempo foi passando… Passando… Passando…

E daí? O que restou? O futuro… Mas um futuro incerto! 

Não por conta daquilo que fizeram, mas por conta do que deixaram de fazer a partir de então!

Acabando por assumir tacitamente uma existência limitada a uma zona de conforto.

Acreditando que o futuro poderia trazer as mesmas sensações e perspectivas como no passado!

E, a partir daí, passaram a repetir o que sempre fizeram…

Sem nem mais se dar ao trabalho de avaliar a maneira como as coisas iam acontecendo.

É verdade: tudo na vida passa e sempre passará – o que não quer dizer que nada do que foi bom no passado não possa ser ainda melhor no futuro.

Moral da história?

– Tudo o que permitimos ocorrer em nossa vida no presente deve ocorrer por conta de uma razão ou um fim.

Quando não for assim, nada mais vai fazer sentido…

***

“O futuro tem muitos nomes: para os fracos, inatingível; para os temerosos, desconhecido; para os valentes, oportunidade.” (Victor Hugo)