PENSAMENTO E POTENCIAL

Se seu pensamento lhe diz:

– Eu posso!

Então você pode.

Se seu pensamento lhe diz:

– Eu não posso!

Então você não pode.

Se em seu pensamento você determinar que poderá realizar alguma tarefa, sua condição mental influenciará todo seu entorno – físico, químico, biológico, mental, espiritual…

E essa condição determinará automaticamente a busca necessária pelo seu subconsciente dos recursos necessários em seu organismo para a efetivação da empreitada.

Isso não quer dizer, necessariamente, que simplesmente pensar em “sucesso” garantirá o sucesso.

Se pensar em sucesso fosse o suficiente para alcançá-lo, qualquer brasileiro já teria ganho na Mega-sena – pelo menos umas quinze vezes por ano.

Só que, por exemplo (e só como exemplo), se alguém estiver a fim de uma garota (ou de um garoto), e ficar pensando que ela (ou ele) não vai lhe dizer “sim” ao seu ego, esse alguém não vai “chegar”; isso significará o quê?

Que na prática esse alguém já fracassou.

Pois se ele “chegasse junto”, haveria pelo menos uma probabilidade do “sim” (numa proporção de 50%, uma vez que o “não” teria os outros 50%).

Quando o pensamento de alguém considerar uma tarefa inatingível, inatingível ela já terá se tornado – pois o mesmo entorno será influenciado por esse pensamento (físico, químico, biológico, mental, espiritual…).

Não perguntando, não se mostrando, não se arriscando, a pessoa já perdeu (o “não” já é 100%).

Enfim, a decisão é da pessoa – e sempre será.

Quanto a mim…

Antes de eu começar a escrever este Post, ponderei sobre todo o desconforto que eu sentiria se você não o lêsse: 50%. Mas considerei que, matematicamente, restavam ainda 50% de chances que você o considerasse bobagem… Mas isso, só depois de lê-lo!

Pense bem…

Se eu não o tivesse escrito, o percentual de leitura seria óbvio – 0%.

O que é que eu fiz?

Você está lendo este post, não está?

Meu pensamento me diz muitas coisas ao longo do dia – mas independentemente disso, procuro fazer minha parte…

***

“As ações de um homem são os melhores intérpretes de seus pensamentos.” (John Locke)

 

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