O QUE SIGNIFICA ENERGIA

Energia: a capacidade de um corpo, uma substância ou qualquer sistema físico de realizar um trabalho.

Ou, em outras palavras, a ação de um motor, físico ou metafísico, de transformar uma potencialidade em realidade.

Uma capacidade de por alguma coisa em movimento, ou transformar algo.

Não nos referimos aqui especificamente a fontes de energia mundanas:

– hidrelétricas;

– Termais;

– Nucleares…

Mas sim a aquelas que representam a fonte da essência da vida das pessoas:

– Sua força interior.

Pois energia, quando se trata especificamente da vida de uma pessoa, tem a ver com  sua força interior:

– Como agir para sermos aceitos?

– Como agir para sermos amados?

– Como agir para sermos reconhecidos?

– Como agir para sermos respeitados?

– Como agir para sermos inspirados?

Na realidade, aos outros pouco importam os percalços que qualquer pessoa tenha enfrentando ao longo de sua vida, pois percalços todos nós inevitavelmente temos de enfrentar muitos no desafio diário da vida, independentemente de raça, gênero ou religião.

Pelo menos enquanto quisermos nos manter vivos…

Energia?

– A capacidade que um corpo possui de se manifestar com arrojo, firmeza e potência moral a ponto de ainda que não possa garantir sua existência nas condições até então vigentes não se inibe diante de circuntâncias, por conta de sua capacidade de regeneração.

Pois energia é isso: um processo de autoregeneração permanente, onde suas propriedades serão sempre reaproveitadas na concepção de uma nova energia – cada vez maior e mais produtiva.

Independentemente das condições que o cerquem.

Nossa vida é o que nossos pensamento fazem dela – e uma grande vitória só é possível se precedida por pequenas vitórias sobre nós mesmos, no dia a dia da vida.

A energia não vem de fora do pensamento – vem do próprio pensamento.

E é justamente por isso que a vida não existe fracasso – existe apenas resultados…

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“Estamos sendo continuamente descartados pelos outros e a cada dia temos que nos achar de novo, juntar os pedaços e nos reconstituir.” (Thomas Bernhard)

 

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