PEQUENO MINI MANUAL SINTÉTICO: MEDICINA

Medicina; afinal, vai querer o que: bacon ou cigarro?

Relaxe: medicina nunca foi uma ciência exata.

Uma das maiores preocupações da medicina moderna está em não desenganar qualquer paciente eventualmente acometido de alguma enfermidade considerada, até então, como terminal.

E essa preocupação tem muito mais a ver com precaução do que com fundamentação, já que a medicina não possui uma aplicação, digamos, matemática, onde um mais um é sempre dois.

Isso muito provavelmente pelo fato de o embasamento teórico da medicina moderna residir no estabelecimento de correlações estatísticas entre os hábitos de vida do paciente e suas bagagens genética e hereditária.

Estranho? Traduzindo:

– Se o histórico de uma determinada doença estiver freqüentemente presente entre os ascendentes (pais, tios, avós…) de uma pessoa, tanto mais possível, e provável, será que esse descendente também incorra na mesma doença – pelo menos, segundo os atuais princípios aplicados pela medicina.

Só que, graças à DEUS, não bem assim – aliás, muito pouco assim!

Medicina não é matemática: o fato de uma pesquisa indicar uma linha de tendência, isso não significará que um mais um possam ser três… Ou podem?

Bem, se um determinado indivíduo teve, por exemplo, avô e pai estéreis, fatalmente ele será estéril!

(Essa afirmação é 100% comprovada segundo os padrões atuais adotados pela medicina e, portanto, 100% científica; se duvida, procure encontrar alguém cujo pai biológico nasceu estéril e veja se esse alguém gerou filhos…)

Quanto aos hábitos de vida, leve em consideração que este é um tema bastante complexo, por muito amplo, e todo o esforço da medicina em sistematizar esse estudo vem sendo efetuado de maneira árdua e abrangente, pois as variações nos estilos de vida do ser humano em geral representam um potencial de catalogação de perfis extremamente diversificado – segundo as últimas análises, algo em torno, mas ainda não um número definitivo, de 7.000.000.000…

 Ainda assim, já existe um certo consenso na medicina (segundo padrões estabelecidos pela estatística…) quanto a certos hábitos que podem indicar um perfil de risco, quais sejam:

1. Fumar prejudica a saúde;

2. Beber prejudica a saúde;

3. Ser sedentário prejudica a saúde;

4. Fumar e beber prejudicam duplamente a saúde;

5. Fumar, beber e ser sedentário prejudicam triplamente a saúde;

6. Não fumar não prejudica a saúde;

7. Não beber não prejudica a saúde;

8. Não ser sedentário não prejudica a saúde;

9. Não fumar, não beber e não ser sedentário não prejudicam a saúde física – mas tornam alguém que assim se apresente como extremamente suscetível a moléstias psicológicas gravemente traumáticas, por potencializar enormemente a possibilidade de sua exclusão de qualquer grupo social baladeiro;

10. Não conseguir ler o que está escrito no raio de qualquer bula de remédio, pelo tamanho de suas letras, não prejudica a saúde – do laboratório fabricante…

E quanto a uma simples gripe: como preveni-la?

Não há como, segundo o que alega a medicina convencional, visto que tal qual os seres humanos os “vírus” da gripe também vêm sendo estudados à exaustão, a ponto de se começar a achar que também, no caso deles, a quantidade de perfis a catalogar seja compatível com a dos seres humanos…Independentemente disso tudo, o importante é atentar para o que os médicos prescrevem aos pacientes no seu dia a dia, em sua árdua tarefa de garantir um mínimo de qualidade de vida para ambos:

– O que você deve comer;

– O que você pode beber;

– Quais exercícios deve fazer;

– Como se vestir…

E, principalmente, quanto você tem de pagar!

Não se iluda:

– Se seguir ao pé da letra o que a medicina estabelece como sendo o padrão de saúde ideal garantisse a longevidade, não haveria como teoricamente justificar como um urubu, vivendo como vive, conseguir viver mais do que três meses – considerando-se o que come (argh!), o que bebe (blargh!), como dorme (blourgh!) …

Portanto, tenha sempre em mente:

– Uma análise superficial das leis da aerodinâmica levou muitos a afirmarem que um besouro não poderia voar; o estudo e pesquisa científicos nos levou a entender por que eles conseguem voar – mas o fato é que besouros não estudam, não pesquisam e não entendem nada de aerodinâmica, e o que eles fazem? Simplesmente… VOAM!

Assim, procure seguir o exemplo do mamute:

– Jamais menospreze suas aptidões naturais se não quiser ser apenas mais um nas tendências estatísticas…

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“Deve haver algo de bom na acupuntura; afinal, você nunca vê porcos-espinhos doentes.” (Robert Hutchings Goddard)

 

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