HISTÓRIA DO BRASIL

História do Brasil: de tanto falar pouco, vai ter quem acredite muito…

Por  quê?

Porque no Brasil do presente, até o passado é incerto…

Sabe aquelas situações em que as pessoas não se dão conta exatamente dos riscos que estão correndo? Do quão graves são as circunstâncias, e todo o entorno em que elas ocorrem? Tipo o Zyka: quem em sã consciência há menos de dois anos daria tanta atenção a um mosquitinho tão tosco, pueril e frágil?

Infelizmente, os grandes tropeços da humanidade sempre começam assim: de fontes que, à primeira vista, parecem toscas… Pueris… Frágeis… A ponto da maioria das pessoas não darem a mínima bola… E justamente por conta disso é que esses tropeços ocorrem.

Preste bem atenção:

– “Parece-me bem claro que o Brasil não teve ainda um bom governo, capaz de atuar com base em princípios, na defesa da liberdade, sob o império da lei e com uma administração profissional.” (Margaret Thatcher)

Enfim, qual é nossa história?

Nossa história enquanto brasileiros não limita nossa ascendência histórica apenas a índios, portugueses, africanos…

Mas também a italianos, espanhóis, holandeses, franceses, japoneses, egípcios, sírios, libaneses, turcos, judeus, britânicos, americanos…

Num texto conciso, Ruy Castro expôs uma situação preocupante; a idéia do MEC, por meio da “Base Nacional Comum Curricular”, de expulsar da história do Brasil a importância de toda a contribuição desses povos na formação de um povo – o povo brasileiro.

Expulsos da História

RIO DE JANEIRO – Se você tem filhos nos graus fundamental e médio, trate de se reciclar se quiser continuar ajudando as crianças no dever de casa.

O MEC anuncia uma reforma no ensino de história, chamada “Base Nacional Comum Curricular”, que visa mudar a cabecinha dos garotos. Se aplicada, o Brasil virará as costas ao componente europeu de suas origens e abraçará com exclusividade o seu lado indígena e africano. Ensinar-se-á aos meninos apenas o essencial para se tornarem futuros bons petistas.

Pelas novas diretrizes, evaporam-se o Egito, berço da urbanização, do comércio e da escrita, a Grécia do teatro, da poesia e da filosofia, e a Roma da prática jurídica, política e administrativa. Ignora-se o surgimento do judaísmo, do cristianismo e do Islã e desaparecem a Idade Média, o Renascimento e as navegações, estas só lembradas para dizer que o europeu escravizou e dizimou. A Revolução Industrial, o Século das Luzes e as conquistas científicas e tecnológicas de ingleses, franceses e americanos, tudo isso deixa de existir.

Quanto ao Brasil, todos os fatos envolvendo portugueses ou luso-brasileiros são desconsiderados. Os novos protagonistas passam a ser os ameríndios, africanos e afro-brasileiros. Bem, se os portugueses são enxotados do currículo com essa sem-cerimônia, considere-se também expulso da história se seus ascendentes forem libaneses, italianos ou japoneses – derramaram o suor em vão por um país que, agora, lhes mostra a língua.

Este currículo foi elaborado quando o lulopetismo acreditava que reinaria por 20 anos, e se destinava a formar as consciências dos que o trariam de volta quando o atual ciclo se esgotasse.

O PT, hoje, ameaça se juntar às ararinhas-azuis, mas a implantação do currículo do MEC equivale a uma bomba-relógio que ele legará aos que o sucederem.

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Enfim, qual o risco que se corre ao se estudar história no Brasil?

Dar ouvidos a quem fala muito, sem ter nada a dizer:

Afinal, a antiga metrópole, Holanda, nem lembra que no século 17 dominou – o Brasil – e pior do que isso, os brasileiros em geral.

O que significa isso?

– De tanto falar pouco vai ter quem acredite muito em qualquer coisa – inclusive em mentiras.

Por quê?

Simplesmente porque verdades só são reconhecidas por conta de seu conhecimento da HISTÓRIA

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“De tanto se repetir uma mentira, ela acaba se tornando verdade.” (Joseph Goebbels)