GUIA SALARIAL ROBERT HALF

O GUIA salarial Robert Half representa um material de referência sobre salários praticados no mercado brasileiro para profissionais de inúmeras áreas, tais como: 

– Finanças;

– Contabilidade;

– Seguros;

 – Bancos;

– Engenharia;

– Marketing:

– Vendas;

– Tecnologia;

– Jurídica…

A consulta a um material do tipo do Guia Salarial Robert Half pode representar a diferença entre:

– Ter um emprego: e,

– Estar desempregado…

E quem já esteve desempregado sabe muito bem sobre o que estou falando – afinal, não há atividade a que um desempregado mais se dedique em seu dia a dia do que realizar… Entrevistas!

E não há desempregado que se queixe desse tipo de atividade.

Pior do que ter de fazer entrevistas é… Não ter entrevistas para fazer!

Só que toda entrevista de emprego segue um padrão – um padrão clássico. 

Em que as perguntas do entrevistador são, via de regra, mais ou menos as mesmas:

– Como você qualifica sua experiência profissional?

– Qual foi sua maior contribuição para a empresa num emprego anterior?

– Quais são seus objetivos profissionais?

– Por que você se acha apto para ocupar a vaga em questão?

– Por que a empresa deveria contratá-lo?

Enfim, um sem número de questões padrões – que, até certo ponto, podem ser administradas ou, em outras palavras, “tiradas de letra” – com ou sem enrolação.

Exceto uma – uma questão em particular!

Que pode gerar desconforto ao entrevistado – diria até que na maioria das vezes, calafrios.

E, em casos extremos, até pânico:

– Qual sua pretensão salarial?

Sinceramente, Um entrevistador que pergunte a alguém que esteja desempregado qual sua pretensão salarial deveria, no mínimo, ser processado – Por assédio moral!

Afinal, num primeiro momento, alguém que esteja desempregado não está preocupado com salário, está preocupado simplesmente em encontrar um emprego!

Portanto, para quem está desempregado, é importante essa referência.

E para quem está empregado?

Aí, a situação é mais cômoda.

O Guia salarial Robert Half pode ser uma referência importante sobre s salários praticados em sua área ou função de atuação e podem ajudar enormemente na hora de discutir:

–  Promoção dentro da empresa;

– Reestruturações internas (por exemplo, job rotation”);

– Contatos de headhunters…

Havendo uma referência sobre os salários praticados em qualquer uma das situações, sempre será mais fácil argumentar e, mais importante, contra-argumentar por benefícios – adicionais.

Por fim, um insight:

– Se você está empregado, tome muito cuidado ao acessar o Guia Salarial Robert Half.

A tendência das pessoas que estejam empregadas é de se deixar levar pelos valores apresentados como salários no topo da lista:

– Um diretor financeiro pode ganhar R$ 40 mil por mês? Quero ser diretor financeiro!

– Um engenheiro pode ganhar R$ 45 mil por mês? Quero ser engenheiro!

– Um gerente geral de marketing e vendas pode ganhar R$ 65 mil por mês? Quero ser gerente geral de marketing!

Qual o problema em se analisar o Guia Salarial Robert Half, ou qualquer outro guia salarial, olhando-se somente os salários?

É a pessoa se deixar levar pelos valores apresentados quando considerados os salários pagos a diretores e gerentes de alguns cargos ou funções.

E focalizar seu interesse em atividades somente pensando no dinheiro que poderia ganhar ao ocupar uma dessas posições algum dia – sim, algum dia… Mas… Que dia?

Quando chegar ao topo – que pouquíssimos profissionais alcançam…

E a maioria nem sempre por vocação!

Mas por pura e tão-somente… Dedicação!

Dinheiro é importante? Claro que é!

Só não é, nem nunca será, garantia de paixão…

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“Escolha um trabalho que você ame e não terá de trabalhar um único dia em sua vida.” (Confúcio)

 

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