FACEBOOK E GOOGLE: AS COMPRADORAS DE STARTUPS

Facebook, Google, e tantas outras, à procura de um…

Bebê!

Facebook e Google foram as empresas que mais adquiriram startups em 2012.

Por que é que empresas do porte da Facebook, da Google, e de tantas outras, se propõem a adquirir empresas ainda em estágio nascente?

Porque elas sabem como é difícil contratar profissionais capacitados no mercado.

E são justamente esses profissionais capacitados, notadamente no ramo de tecnologia, que demonstram ter por sonho a constituição de um negócio próprio, sem patrão.

E são eles, invariavelmente, que estão por trás dessas empresas.

O interessante é que esses mesmos profissionais, mesmo quando se dispõem a vender o nascente negócio, nunca estão tão dispostos a encarar novamente a rotina de voltarem a ser empregados.

E, inevitavelmente (pelo menos em sua grande maioria), optam por constituir novos negócios.

Ou, em outras palavras, outras startups.

Muito interessante essa mecânica empresarial dos novos tempos.

Temos alguém que abre uma pequena, ou microempresa, transforma-a em um negócio atrativo, vende-a a uma grande empresa por um bom dinheiro e…

 O que faz?

Pega o dinheiro recebido na venda da antiga empresa e…

 Abre um novo pequeno negócio!

Sempre atentando para a inovação e a criação de novos produtos.

Procurando transformar esse novo empreendimento em um negócio atrativo.

A ponto de se tornar uma nova…

Startup.

Que eventualmente também poderá ser vendida – para uma grande empresa!

Eventualmente, a mesma empresa que comprou seu negócio anterior, que comprará seu negócio, motivada pelos mesmos motivos que fizeram com que ela comprasse a outra empresa – aquela que foi vendida e que gerou os recursos para a nova empresa…

Você já entendeu.

Startups representam um potencial de riqueza para seus criadores.

Pelo menos, enquanto existirem empresas gigantes.

E dispostas a pagar muito por novas idéias!

E então, que tal pensar num novo negócio?

Não precisa ser algo tão inovador, desde que concebido com alguma dose de criatividade – aliás, nem é necessário ter tanta criatividade assim…

Desde que esse negócio possa ser considerado como uma:

STARTUP

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“Quando você estiver frente a uma pessoa importante, imagine-a de ceroulas – é agindo assim que dirijo meus negócios.” (Joseph Kennedy)