EMPRESAS QUE DEMITIRAM EM MASSA EM 2012

Empresas que demitiram em massa?

O objetivo de uma lista de empresas que demitiram em massa, ou com previsão de demissão em massa, não deveria ser o de semear a dúvida, a incerteza, a insegurança entre as pessoas.

Mas quando se trata de um assunto tão delicado na vida das pessoas como a demissão, inevitavelmente, é o que acaba acontecendo…

As grandes empresas que demitiram em massa ou com previsão de demitir em massa não são as únicas que demitem – empresas demitem diariamente, seja como parte de um processo de renovação e inovação, seja simplesmente por um questões circunstânciais: um num dia, dois no dia seguinte, um uma semana depois, três na véspera…

E daí?

Quem é que presta atenção nisso nos dias de hoje?

O fato é nesta lista de empresas que demitiram em massa temos empresas relevantes – e por serem importantes em seu ramo de atuação, representam referências para o mercado.

As empresas que anunciaram DEMISSÃO em massa no mundo em 2012, ou anunciaram que vão demitir num curto prazo, segundo levantamento da “Exame.com”.

Na lista abaixo, os números apresentados após o nome da empresa representam a quantidade de demissões – já efetivadas ou em curso de efetivação:

1. Citibank: 11.000…

2. Sony: 10.000…

3. Osram: 4.700…

4. Santander: de 1.000 para mais…

5. Siemens: 1.100…

6. Bank of America: 16.000…

7. Ford: só anunciou “centenas de demissões”…

8. Motorola Mobility: 4.000…

9. Avon: 1.500…

10. ArcelorMittal: mais de 600…

11. Lexmark: 1.700…

12. Panasonic: mais de 10.000…

13. Foxconn: 300…

14. Credit Suisse: 373…

15. Deutsche Bank: 1.900…

16. Air France: 5.120…

17. Nokia: 10.000…

18. ING: 2.350…

19. Unilever: 800…

20. RBS (Royal Bank of Scotland): 600…

21. Olympus: 2.700…

22. HP (Hewlett Packard): 29.000…

23. Gol: 850…

24. HSBC: 30.000…

25. Iberia: 4.500…

26. General Motors: 940…

27. Zynga: 5% dos funcionários…

28. UBS: mais de 10.000…

29. Barclays: até 2.000…

30. Yahoo!: até 2.000…

31. Philips: até 2.200…

32. Bankia: até 6.000…

33. Ericsson: 1.550…

34. Revlon: 250…

35. IBM: 8.000…

36. Pepsico: 8.500…

37. Vestas: 3.400…

38. Fnac: 500…

39. Basf: 400…

40. Alcatel-Lucent: 5.490…

41. Nokia Siemens Network: 3.500…

42. Vivendi: 856…

43. Novartis: 1.960…

44. Gold Fields: 8.500…

45. NEC: 10.000…

A justificativa para essas demissões já efetivadas ou em curso é, usualmente, sempre a mesma:

– Precisamos cortar custos para garantir a rentabilidade do negócio…

Daí, pergunto:

– Dá para reclamar do seu Manuel da padaria da esquina, quando ele aumenta o preço do pãozinho?

E eu mesmo respondo:

– Lógico que dá para reclamar do seu Manuel, pelo aumento do preço do pãozinho!

Só não dá para exigir dele que garanta o emprego de todos os seus funcionários quando nem ele conseguir ganhar o suficiente para ter no bolso o dinheiro para comprar o pãozinho que ele próprio produz…

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“Não enriquece quem trabalha, mas quem faz os outros trabalharem.” (Júlio Camargo)