CONSULTORIA

Consultoria: quem precisa disso?

Seja nas áreas:

– Contábil;

– Administrativa;

– Financeira;

– Operacional;

– Tributária;

– Organizacional…

Na verdade toda empresa, qualquer que seja ela.

Em sendo uma entidade com objeto de atuação específico em uma determinada área (quer seja agrícola, indústria, comércio, serviços, financeiro, ou outro qualquer!), será praticamente impossível para o staff da grande maioria de quaisquer empresas acompanhar todos os aspectos acessórios inerentes à sua atividade operacional.

A menos, é claro, que ela tenha sido abençoada com alguma das seguintes situações:

– Estatal Monopolista (o melhor dos mundos);

– Estatal (o governo sempre dá uma “mãozinha”);

– Privada Monopolista (dependendo da agilidade com que ela se reinventa);

– Privada-Estatal (aquelas empresas cujo interesse estratégico dos governos rende a elas uma boa dose de tolerância administrativo-financeira);

– Privada Gigante (se bem que, nesse caso, há uma exceção de peso: afinal, a GM quebrou, foi salva e estatizada pelo mais assumidamente capitalista dos governos sobre a face da Terra – mas essa exceção só confirma a regra; afinal, “ela era grande demais para quebrar”).

Não há como, fora do contexto das situações citadas acima, imaginar que seja possível assegurar a uma empresa uma estrutura administrativa (de funcionamento regular) com todos os recursos necessários para a gerência do negócio.

E é por isso que, em sua maioria, pequenas e médias empresas sucumbem ao processo de evolução, amargando a penúria dos reflexos de decisões mal concebidas, muitas vezes por teimosia, orgulho ou simplesmente desconhecimento, de seus administradores em recorrer a profissionais capacitados externos.

Que poderiam provê-los do suporte adequado para a condução de seus negócios em condições de sustentabilidade.

Não recorrer a alguma consultoria em seus negócios pode muitas vezes representar a diferença entre permanecer vivo – ou sucumbir.

Mas que se tenha sempre em mente que não se trata de buscar consultoria a esmo – mas sim de procurar profissionais que realmente notoriamente possuam condições de repensar o negócio, ou seja:

– Analisando, avaliando e propondo sugestões válidas ao contexto de suas operações, com o objetivo de agregar valor ao negócio.

Consultoria válida é aquela que ocorre quando se contrata um consultor que não só se proponha a repensar o negócio do cliente, mas que procure fazê-lo antecipando soluções para os problemas que o cliente não só poderá enfrentar no futuro como problemas que já existem no presente de forma latente.

Afinal, de nada adianta seguir dirigindo seu carro no dia a dia absolutamente confiante no que diz o manual do fabricante e um dia qualquer quando algum pneu furar descobrir que seu carro não tem estepe…

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“O mais grave no nosso tempo não é não termos respostas para o que perguntamos – é não termos nem mesmo perguntas.” (Virgílio Ferreira)

 

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