AS 10 EMPRESAS COM MAIS RECLAMAÇÕES EM 2013

LISTA publicada pelo portal IG com as 30 empresas com mais reclamações em 2013.

A lista refere-se apenas ao Estado de São Paulo – e justamente por isso altamente representativa sob o ponto de vista qualitativo, já que o Estado representa mais de 20% da população e mais de 30% do  PIB do País.

Listamos apenas as 10 primeiras colocadas, citando primeiramente o nome da empresa; entre parênteses, o setor a que ela pertence e, na seqüência, a quantidade de reclamações.

Um exercício de reflexão sobre o que representa o compromisso de eficiência e desempenho no ambiente empresarial atual. 

As empresas são as seguintes, em ordem decrescente: 

1º – Telefônica (Telecomunicações) – reclamações: 27,9 mil

2º – Claro (Telecomunicações) – reclamações: 17, 2 mil

3° – Itaú-Unibanco (Bancário) – reclamações: 15,3 mil

4° – Bradesco (Bancário) – reclamações: 13,8 mil

5° – Net (Telecomunicações) – reclamações: 8,5 mil

6° – TIM (Telecomunicações) – reclamações: 8,3 mil

7° – Grupo Pão de Açúcar (Varejo) – reclamações: 8,1 mil

8° – Sky (Telecomunicações) – reclamações: 7,7 mil

9° – Oi (Telecomunicações) – reclamações: 7,2 mil

10° – Santander (Bancário) – reclamações: 6,7 mil 

Note:

1 – Dentre as 10 empresas, 6 são do setor de telecomunicações; 3 são do setor bancário e 1 do setor varejista – ou seja, 9 empresas prestadoras de serviços;

2 – Não há uma única empresa do setor automobilístico, naval ou aeronáutico;

3 – Aliás, não há nem sequer uma única empresa do setor industrial;

4 – Não há uma única empresa do setor agropecuário: trigo, arroz, soja, milho, bois, galinhas, suínos;

5 – Não há uma única empresa que possa ser considerada como sendo uma fonte geradora de produtos de tecnologia de ponta – internet, computadores, smartphones, celulares;

Antonio Ermírio de Moraes (para quem não está ligando o nome à pessoa: simplesmente o principal gestor do grupo Votorantim, um dos maiores grupos empresariais do Brasil) disse certa vez nos idos dos anos 80, quando a hiperinflação grassava a esmo conspirando contra qualquer tentativa de planejamento das finanças pessoais:

– “Os brasileiros, em pouco tempo, se alimentarão de sanduíches de ORTN…”

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“Trabalho de gestão é ver a empresa não como ela é, mas como ela pode se tornar.” (John W. Teets)