MULHERES MAIS PODEROSAS DO BRASIL

Não importa de você é homem ou mulher, jovem ou idoso, branco ou preto, católico ou evangélico, sadio ou deficiente, judeu ou muçulmano, contra ou a favor…

Importa sim é se você está em sintonia com o mundo real.

Onde, independentemente de ser homem ou mulher,ou outra coisa qualquer, o que vale é o resultado da obra…

O que foi realizado.

Em outras palavras:

– O legado…

A Forbes apontou a presidente da Petrobrás, Graça Foster, com a mulher mais poderosa do Brasil no mundo dos negócios. 

Ela encabeça uma lista das 10 mulheres mais poderosas do país mundo dos negócios, segundo a revista:


1. Graça Foster (Petrobrás)

2. Chieko Aoki (Blue Tree Towers) 

3. Luiza Heleno Trajano (Magazine Luiza)

4. Adriana Machado (GE Brasil)

5. Gisele Bündchen (a própria…)

6. Sônia Hess de Souza (Dudalina) 

7. Claudia Sender (TAM)

8. Milú Vilela (Itaú)

9. Viviane Senna (Instituto Ayrton Senna)

10. Heloisa Helena Assis (Instituto Beleza Natural)

Toda lista, qualquer que seja ela, sempre poderá ser objeto de contestações quanto aos resultados apresentados.

Até porque nem sempre os critérios adotados em sua elaboração são suficientemente claros para seus eventuais leitores.

Ainda assim, independentemente de qualquer lista que seja apresentada por quem quer que seja, é impossível deixar de levar em conta que para grandes realizações na vida de quem quer que seja, pequenas realizações diárias são imprescindíveis:

– Foco;

– Dedicação;

– Esforço;

– Disciplina;

– Determinação;

– Coragem;

– Ousadia;

– Inovação;

– Paixão;

– Amor…

E muitas outras coisas…

Homem ou mulher?

Branco ou preto?

Sadio ou deficiente?

Religioso ou ateu?

Jovem ou idoso?

Afinal, qual é a pessoa que  em sua árdua tarefa de tentar sobreviver ao dia a dia da vida perde tempo prestando atenção em qualquer um desses tipos de distinção?

Só quem ainda não entendeu que na vida não se tropeça em montanhas!

Tropeça-se em pedras…

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“Todos tentam realizar alguma coisa grande, não percebendo que a vida é composta de coisas pequenas.” (Frank A. Clark)

 

CARTÃO DE CRÉDITO

Cartão de Crédito?

Quantos boletos você recebeu hoje?

Pois saiba que empresas de cartão de crédito não podem enviar boleto de proposta…

“Boleto de Proposta”?!?

Pois é…

Descobrimos mais uma!

Que achei muito interessante!

E de tão interessante, vale ressaltar a essência da situação!

Sabia que existem dois tipos de boletos bancários?

– Boletos de cobrança; e,

– Boletos de proposta.

Sinceramente, eu não sabia…

“Boletos de cobrança” seriam basicamente aqueles em que alguém que o recebe efetivamente efetuou uma compra e…

Tchan, tchan, tchan, tchan…

Recebe a cobrança pela compra…

– Ué, além de comprá, tem de pagá…?

Diria o “minerim batuta”…

Já os “boletos de proposta” seriam aqueles que são enviados aos consumidores em potencial – pelo menos, na visão de quem os enviou…

Alguma coisa mais ou menos do tipo:

– Vai que a pessoa tá precisando do produto ou serviço que tô vendendo, e aí ela ao abrir sua caixa de correios vê o boleto… Essa pessoa diria: “Nossa! Como sou sortudo! Que mão na roda! Era justamente o que eu estava precisando!! Como é que ainda não tinha me chegado isso?!? Acho que ganhei na loteria!!!”.

… Sinceramente?

Se bem me lembro, 30 anos atrás um “boleto de proposta” seria considerado nada mais nada menos do que um… APLIQUE.

Ainda se usa esse nome?

E com o mesmo sentido?!?

E que me desculpem todos pela minha concisão, mas nem mais uma linha vou escrever a respeito do tema, pois estou absolutamente atolado em inúmeras tarefas, tentando organizar minhas finanças pessoais.

Com um sem número de correspondências bancárias que venho recebendo e só fazem acumula.

A ponto de ter de fazer uma análise criteriosa e avaliar cada uma delas para identificar especificamente quais se tratam de:

– Boletos de cobrança; e

– Boletos de proposta…

Afinal…

Empresas de cartão de crédito podem enviar boletos?

Depende se são boletos de cobrança a quem já possui assumida e tacitamente a aceitação e uso de um cartão do cartão de crédito, ou se são boletos de proposta…

Se forem boletos de proposta, empresas de cartão de crédito não podem enviar!

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“A maneira mais segura de se obter crédito é trabalhar para chegar a uma posição de não precisar dele.” (Maurice Switzer)

 

VALOR JUSTO

O que significa mensuração e divulgação do valor justo?

A norma IFRS 13 trata dos fatores externos que influenciam a avaliação inerente aos processos de precificação dos instrumentos financeiros.

Precificação no caso tem a ver com a determinação do valor a ser atribuído a determinados elementos integrantes das demonstrações contábeis – no caso, instrumentos financeiros.

O adequado conhecimento da norma implica em viabilizar a divulgação desses elementos nas referidas demonstrações contábeis do modo mais objetivo quanto possível.

Levando em consideração o contexto das operações da entidade em questão, e seu ambiente econômico.

É fundamental ter em mente que, quando se discute o papel da contabilidade no ambiente macroeconômico, não se está entrando no mérito de suas funções primárias de escrituração.

Contabilidade é, antes de tudo, a ferramenta máster no registro das operações de qualquer empresa.

A forma como essa operações serão registradas no dia a dia não representam elemento de ênfase nesta matéria.

O que representa o foco da norma, e isto sim, é a função que a contabilidade exerce como elemento de comunicação entre a empresa e o mercado.

Ou seja, como se dá a divulgação de suas operações.

Ou, pelo menos, do resultado de operações específicas.

Por exemplo, determinar o valor que será objeto de divulgação como saldo de caixa é extremamente simples:

– Basta ir ao caixa, contar o valor existente em moeda corrente nacional e fazer a divulgação desse valor nas demonstrações contábeis.

Simples, não?

Só que essa simplicidade não é encontrada tão facilmente em todos os itens constantes das demonstrações contábeis de uma empresa, ao se avaliar a natureza e finalidade de cada um deles:

– O valor justo é uma mensuração baseada em mercado e não uma mensuração específica da entidade. Para alguns ativos e passivos, pode haver informações de mercado ou transações de mercado observáveis disponíveis e para outros pode não haver. Contudo, o objetivo da mensuração do valor justo em ambos os casos é o mesmo – estimar o preço pelo qual uma transação não forçada para vender o ativo ou para transferir o passivo ocorreria entre participantes do mercado na data de mensuração sob condições correntes de mercado (ou seja, preço de saída na data de mensuração do ponto de vista de participante do mercado que detenha o ativo ou o passivo).

E é justamente por isso que definir o que seria um valor justo se torna tão complexo.

A essência do que seja valor justo não tem a ver necessariamente com avaliação.

Muito menos com divulgação.

Mas sim com o que parece ser um valor:

JUSTO

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“Um especulador é alguém que corre riscos dos quais ele está ciente e um investidor é alguém que corre riscos dos quais ele não está ciente.” (John Maynard Keynes)

 

PÃO DE AÇÚCAR

Abilio Diniz deixa o Pão de Açúcar.

Afinal, o que isso signIfica?

Palmeiras ou Corinthians?

Ora, ora, ora…

Abilio Diniz nunca foi palmeirense, muito menos corintiano!

Abilio Diniz é uma pessoa que, como muitas outras, gosta de doces – se não doces, pelo menos coisas adocicadas…

Afinal: para que time torce Abilio Diniz?

Abílio Diniz é mais um dentre muitos que usufruiu da dádiva de ter sido filho de um pai que para se tornar um empresário de sucesso deu muito duro na vida e que sempre consumiu pão, muito pão – e nem sempre com açúcar…

Só que, quando faltou o pai (papai…? Que tal o padrinho…) o que restou?

Render-se aos tempos de infância:

– Não é a mamãe!!!

Mamãe nunca deixou faltar açúcar em casa – muito menos papai, que fazia de tudo para garantir o pão…

Mas a combinação entre pão e açúcar deu nisso – um filho sem sal…

Mesmo diante de um seqüestro inexplicavelmente não esclarecido pela mídia até hoje!

E hoje, como resultado, o que temos?

Abilio Diniz deixa o Pão de Açúcar.

Ele até mandou uma carta aos funcionários do Pão de Açúcar…

Para se despedir…

Do grupo que fundado por seu pai que, justiça seja feita, não se pode negar que ele até tenha ajudou a consolidar.

Em 1999, o Grupo Pão de Açúcar encontrava-se com inúmeras dificuldades financeiras, absolutamente endividado – sem meias palavras, estava…

À beira da falência.

Necessitando urgentemente de capital para alavancar das operações de seu amor verdadeiro, o Pão de Açúcar, na pessoa de seu até então acionista majoritário, Abilio Diniz, entrou em contato com o grupo francês CASINO para obter os recursos necessários para a manutenção das operações do Grupo…

Contato feito.

Discussões feitas.

Contrato discutido.

Contrato rediscutido.

Aceito por ambas as partes.

Recursos obtidos!

Em 2011, refeito o Grupo Pão de Açúcar das intempéries financeiras que comprometeram sua viabilidade econômica no passado e que, a aquela altura, não mais existiam…

Começaram as necociações, as discussões, as intrigas…

Parecia até briga de vizinho…

Anos de confrontos, mas também de indiferença…

E (quem sabe?) talvez até alguma baixaria…

E depois de tudo isso, qual foi a idéia revolucionária que saiu da cabeça de Abilio Diniz? Ele simplesmente propôs aos novos controladores do Pão de Açúcar um acordo de fusão do Grupo com o…

Carrefour!

Para quem não está eventualmente familiarizado com a rotina do mundo dos negócios, vamos tentar traduzir, ainda que de maneira simplória, o que significou a proposta de Abilio Diniz para a fusão do Pão de Açúcar com o CARREFOUR:

– Imagine Paulo Nobre, ex-presidente do Palmeiras, propondo uma fusão a Andrés Sanches (ex-presidente do Corinthians): que tal Palmeiras e Corinthians se fundirem e formar um mesmo time?

Juntos? Como se fosse um mesmo time? Como resultado de uma fusão? Haja visão holística…

Ou simplesmente falta de conhecimento do que significa zeitgeist.

Pois foi exatamente essa a proposta de inovação de Abilio Diniz:

– Cassino e Carrefour (=) Palmeiras e Corinthians…

Dois grupos varejistas gigantes na França – e tal qual o exemplo que nos ensina o futebol, absolutamente rivais…

Foi isso o que Abilio Diniz tentou e não aconteceu, como aliás era previsível, por conta de sua idiossincrasia.

Um dos maiores ícones do comércio varejista do Brasil deixou de ter seu controle acionário nas mãos de brasileiros – a la francesa!

Virou estória…

***

“A história é a soma das coisas que poderiam ter sido evitadas.” (Konrad Adenauer)